Dulcilóquo
Dulcilóquo
Há no teu peito colinas
A rescender madrugadas
No aroma das boninas
Das manhãs mais orvalhadas.
Envolve-me nos teus braços
Para sentir a doçura
Com que aplacas meus cansaços
Nesse gesto de ternura.
A despetalar saudades,
Em completa sintonia,
Congregamos as vontades
Na mais perfeita harmonia.
Sempre que o amor nos seduz
Que nenhum de nós o tema,
Nele encontramos a luz
Nessa alegria suprema.
Juvenal Nunes

A loving poem with such sweet words.
ResponderEliminarMuito lindo poema de amor,Juvenal!
ResponderEliminarabraços, tudo de bom,chica
Beautiful poem. Have a nice weekend.
ResponderEliminarQue o amor nos ilumine e ajude a seguir em frente, neste mundo tão perigoso; a vida humana deixou de ter importância e embora o amor esteja presente na maioria dos seres humanos, ele não chega aos poderosos que só pensam no poder e neles não há um pingo de afecto, de carinho, de preocupação com o outro. Parabéns, Juvenal, pelo belo poema de amor! Que ele nunca te falte. Um beijinho
ResponderEliminarEmília 🌻 🌻
Caro Juvenal,
ResponderEliminarEsse poema contém pura poesia na
concepção mais clara da palavra.
Lirismo sem igual sobre o amor em seu
apogeu de paz e luz.
Meus efusivos parabéns e um grande
e fraterno abraço.
Un inno delicato all’amore che, tra immagini di alba e tenerezza, trasforma il desiderio in luce e armonia condivisa.
ResponderEliminarBuon fine settimana e un saluto
Such beautiful words, Juvenal.
ResponderEliminarHave a great weekend!
Está já no patamar do 14 de Fevereiro, Juvenal! Boa estadia para si e quem mais.
ResponderEliminarTambém um bom fim de semana
Juvenal, qué dulzura tan limpia tiene este poema.
ResponderEliminarEsas “colinas en el pecho”, el amanecer que renace en el aroma de las boninas, la ternura que apacigua el cansancio… todo está dicho con una suavidad que no resta fuerza, sino que la multiplica.
Me ha gustado especialmente cómo llevas el amor hacia esa luz final, donde la armonía no es un ideal abstracto, sino un lugar compartido, casi sagrado, al que se llega sin miedo.
Un poema sereno, luminoso y muy tuyo.
Un abrazo, Juvenal.