POEMAS POR TEMAS
ESPERANÇA
Espera
Dei-te a solidão do dia inteiro.
Na praia deserta, brincando com a areia,
No silêncio que apenas quebrava a maré cheia
A gritar o seu eterno insulto,
Longamente esperei que o teu vulto
Rompesse o nevoeiro.
Sophia de Mello Breyner Andresen é uma poetisa natural do Porto, onde nasceu
em 5 de novembro de 1919. Faleceu em Lisboa em 2 de julho de 2004.
Foi tradutora e o seu talento manifestou-se também na prosa, tendo escrito livros
de contos infantis.
Foi a primeira mulher portuguesa a receber, em 1999, o Prémio Camões.
Encontra-se sepultada no Panteão Nacional.
Na praia deserta, brincando com a areia,
No silêncio que apenas quebrava a maré cheia
A gritar o seu eterno insulto,
Longamente esperei que o teu vulto
Rompesse o nevoeiro.
Sophia de
Mello Breyner Andresen
Sophia de Mello Breyner Andresen é uma poetisa natural do Porto, onde nasceu
em 5 de novembro de 1919. Faleceu em Lisboa em 2 de julho de 2004.
Foi tradutora e o seu talento manifestou-se também na prosa, tendo escrito livros
de contos infantis.
Foi a primeira mulher portuguesa a receber, em 1999, o Prémio Camões.
Encontra-se sepultada no Panteão Nacional.
Gosto da escrita de Sophia.
ResponderEliminarNão conhecia a canção.
Abraço, boa semana.
Poesia muito linda de Sophia ,aliás todas dela sempre assim!
ResponderEliminarÓtima semana, abraços, chica
Beautiful poem. Have a nice day.
ResponderEliminarThanks, I wish you a nice week.
ResponderEliminarGreat post.
Magnífica, a Sophia. Não me canso de a ler. Obrigada por a ter trazido aqui a este seu espaço.
ResponderEliminarUma boa semana.
Um beijo.
Un excel·lent poema d'una escritora desconeguda per mi. Gràcies!
ResponderEliminarLa cançó s'assembla molt al twist que ballava de petita. ;-)
Aferradetes!
Por esta pequeña pincelada de la obra de esta poetisa que nos dejas, creo que bien merecido tiene el premio y el homenaje póstumo recibido.
ResponderEliminarSaludos.
La tua attesa silenziosa sulla spiaggia cattura il senso profondo di solitudine e speranza che attraversa ogni onda.
ResponderEliminarSplendida condivisione poetica.
Buona settimana
Juvenal, qué hermoso volver a Sophia a través de tu espacio.
ResponderEliminarSu palabra, tan limpia y tan honda, sigue teniendo esa capacidad de abrir un claro en la niebla, justo donde la espera se vuelve presencia interior.
Este poema, breve y silencioso, respira esa mezcla de soledad y esperanza que ella sabía convertir en luz.
Gracias por traerla y por mantener vivo este vuelo de palabras aladas.
Un abrazo y que la semana siga con buen pulso y buena poesía.